Desaguamento de lodo por prensa de esteira, prensa de parafuso ou bags de geotêxtil, sobre um único balanço de massa. Uma fração dos sólidos, a captura, sai na torta com o teor de sólidos da torta; o restante retorna à ETE com o filtrado.
Mt=Ms⋅capturaMtorta=STtMt
Qf=Ql+Qpol+Qlav−ρMtortaSSf=QfMs−Mt
Consumo de polímero pela dosagem por tonelada de sólidos secos, e sua vazão de dosagem na concentração da solução. Prensas e bombas de alimentação operam parte da semana, então as cargas horárias são os sólidos da semana concentrados nas horas de operação:
Ms,op=DH7Ms
Prensa de esteira. Largura de esteira pela maior entre a taxa de sólidos (kg/(m.h)) e a taxa hidráulica (m³/(m.h)), arredondada para prensas inteiras, mais a água de lavagem das esteiras, que retorna com o filtrado. Um lodo pouco concentrado é limitado pela carga hidráulica; adensar a montante reduz a prensa.
Prensa de parafuso. Unidades pela maior entre as capacidades de sólidos e hidráulica por unidade.
Bags de geotêxtil. Sólidos secos por bag pelo seu volume e o teor de sólidos ao fim do enchimento, tempo de enchimento, bags por ano, bags no pátio durante enchimento e secagem, área do pátio, e a massa para disposição no teor de sólidos atingido após a secagem:
Mbag=VbagρtSTttench=MtMbagNpatio=⌈tenchtench+tsec⌉
Valores típicos, a confirmar com o fabricante e ensaios com o lodo (lodo ativado excedente não digerido fica no limite inferior):
| Captura (%) | Torta (% ST) | Polímero (kg/t ST) | Capacidade | |
|---|---|---|---|---|
| Prensa de esteira | 90 | 16 | 5 | 120 kg/(m.h), 10 m³/(m.h) |
| Prensa de parafuso | 92 | 18 | 6 | 100 kg/h, 15 m³/h por unidade |
| Bags de geotêxtil | 98 | 15 no enchimento, 30 após secagem | 6 | 100 m³ por bag |
ANDREOLI, C. V.; VON SPERLING, M.; FERNANDES, F. Lodo de esgotos: tratamento e disposição final. Princípios do tratamento biológico de águas residuárias, v. 6. Belo Horizonte: DESA/UFMG.
METCALF & EDDY. Wastewater Engineering: Treatment and Resource Recovery. 5. ed. McGraw-Hill, 2014.